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O segundo filho.

Um dia desses o Facebook me mostrou uma memória guardada de anos atrás, um video do Noah, q enquanto o pai mostrava os números bem rápido (de um puzzle gigante) o Noah falava qual número estava sendo mostrado, e na maioria ele sabia qual era o número, e pro meu espanto, ele tinha acabado de fazer 2 anos! Como assim? Ele sabia os números, de 1 a 10 e as formas geometricas com 2 anos? Notei também que ele estava de cuequinha!! Ai resolvi me aprofundar e lembrei que antes dos 2 anos além dele já estar desfraldado de dia,…

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Um Lellowin all’italiana

Aqui na Itália, como no Brasil, o Halloween, ou como escreveu meu filho de 7, o “Lellowin”, é uma festa importada da América do Norte, sem muitos dramas porque os italianos acham os americanos muito interessantes. Não podemos esquecer que foram os soldados americanos que liberaram o território italiano ocupado pelas tropas alemães na Segunda…

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As confusões do bilinguismo.

Ontem eu estava revendo um dos vídeos do Mães em Rede e vi os filhos (lindos e fofos) da Rosane conversando com ela em espanhol e ela sempre falando em português, e percebi o quão interessante, engraçado, complicado e desafiador pode ser essa experiência do bilinguismo. Já tive inseguranças sobre o assunto, mas hoje estou um pouco mais tranquila. O Noah demorou pra falar de um jeito que a gente entendia, vendo vídeos antigos dele, percebi que muita coisa eu não entendia porque ele falava em inglês. Ele ainda com seus 4 anos e meio fala o português super errado,…

Parkour não é para mim – Missão impossível 3

Lembra da série de como é viver perrengues por aqui? Chegamos ao último episódio, dessa vez já foi em terras britânicas. Lá vai. Eu sempre tive problemas com chaves… e com celulares também. Assumo, e já prometi tentar melhorar. Mas dessa vez não foi culpa minha. Ou foi? … Não sei… Era o sábado anterior…

Para gostar de ler, o que fazer?

Meus filhos não leem livros e isso me deixa maluca. Passei a infância atracada com a Condessa de Segur (“As meninas exemplares”, “Sofia”, “As férias”), com Lygia Bojunga (“Bolsa Amarela”, “Os colegas”), Monteiro Lobato e todo Sítio do Picapau Amarelo, depois com a coleção da “Inspetora”, que antecedeu minha paixão por Agatha Christie, que antecedeu minha paixão por Érico Verissimo (foi aí que um certo capitão entrou definitivamente para a minha vida e de Rodrigo batizei meu filho). Continuo sendo uma leitora voraz: agora estou às voltas com “A jornada do escritor”, presentaço dos amados amigos Flavinha e Claudinho. Meu…