Singapura é lugar pra criança sim!

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Como sempre, a vida me leva a lugares por onde nunca pensei ir. Dessa vez, o destino foi Singapura e Tailândia. Com os festejos do ano novo Chinês, tivemos uma semana de férias e a família partiu rumo ao sol (e ar puro) do sudeste asiático.

Primeiro, dois dias em Singapura, uma ilha/cidade-estado com apenas 5 milhões de habitantes e que fica a menos de 150 quilômetros do Equador. Estabelecida no início do século XIX como entreposto da Companhia das Índias Orientais, a Singapura se tornou independente da Inglaterra apenas em 1963. É um país riquíssimo, com o 5o mais importante porto do mundo. Por essas e outras, o povo ainda se considera meio inglês, mesmo sendo 75% formado por chineses (o restante do povo é basicamente malaio (ou malásio??) e indiano). São quatro línguas oficiais: inglês, malaio, mandarim e tâmil.

A densidade populacional é altíssima, por isso, muitos arranha-céus e passarelas liberando o trânsito. Aliás, poucos carros na rua. O metrô é excelente e os carros são bem caros. Além disso, paga-se uma permissão para dirigir que custa mais do que o carro. Um belo incentivo para as pessoas usarem o transporte público.

Quando pensamos em ir a Singapura, um amigo indicou o Marina Sands Hotel. “Esqueçam o preço, é uma experiência.” Ficamos no 48o andar e logo na chegada, véspera do ano novo, fomos brindados com fogos de frente para a janela, no meio da baía. Família emocionada com o presente.

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Mas, o que fazer com as pequenas? E aí descobrimos um mundo de atrações. Primeiro, um duck tour, com um carro anfíbio que passeou pela baía e também pela cidade. As crianças curtiram e não ficaram entediadas. Para compensá-las, tarde na piscina do 64o andar. O hotel foi projetado para parecer que um navio encalhara no topo do prédio. E nesse navio fica uma piscina espetacular de borda infinita. A água é gelada, mas se não entrar, não tem foto mostrando a vista para a cidade. Elas entraram e se esbaldaram. No fim do dia, por do sol na maior roda gigante do mundo e jantar no shopping ao lado do hotel no DB, restaurante mais “popular” do famoso Daniel Boulud.

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No dia seguinte, uma surpresa: café da manhã no zoológico, com direito a posar ao lado de cobras e orangotangos. Sofia não teve medo ao segurar uma cobra e ainda teve que acalmar a Elisa que se contorcia toda de medo pela irmã. O Zoo de Singapura é muito interessante: tem shows, horas de alimentação com explicações sobre os animais… As crianças foram ao delírio com a apresentação dos elefantes, que nos deixou bastante molhados. Ao final, puderam dar frutas para eles, o que valeu o passeio.

De lá para o aeroporto, que por si só já é um espetáculo. Brinquedos para crianças, diversas lanchonetes e até um borboletário imenso. Tem que fazer baldeação com mais de quatro horas? O hotel tem um passeio turístico pela ilha que dura duas horas. De graça! Ou seja, coloca qualquer aeroporto brasileiro no chinelo.

E ainda deixamos de fora um parque da Universal, os jardins e estufas da cidade (com sistema de energia solar que os deixa iluminados a noite toda), safari…

Singapura é um destino muito bacana para a criançada.

Foi a abertura perfeita para uma semana na Tailândia.

PS: Observem a primeira foto. No canto inferior direito, há uma construção que parece um barco dentro da baía. Que nada. É a “lojinha” da Louis Vuitton.

Comentários

  1. Livia, eu tenho vontade de ir também e agora com o seu post, mais ainda. Tenho uma amiga querida que mora lá, há quase três anos, com marido e dois filhos pequenos e ama Singa. Se voltar a se aventurar por lá, posso colocar vocês em contato. Ela também é uma boa mãe para trocar figurinhas…

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