Hola, que tal?

Quando pequena acreditava que seria veterinária. Cresci e desenvolvi também outra paixão além dos animais: a comunicação. Escrita ou falada, eu queria mesmo era me expressar e sempre dizer aos outros o que pensava.  Era inconformada, desde pequena.

Nas vésperas de me inscrever no vestibular, decidi que prestaria veterinária e jornalismo. Dependendo do resultado, tomaria a decisão. No pacote foi também uma terceira alternativa: o Direito. Mas essa não por paixão, afinal sempre tive bode de pessoas muita corretinhas. Prestei mesmo de tanto que falavam que como eu era briguenta seria uma boa advogada. “Vai quê estavam certos que seria um futuro promissor”, pensava.

Me matriculei em Jornalismo e no meio do curso de “Comunicação Social”, decidi que Publicidade e Propaganda seria um melhor “negócio”, pensando financeiramente no meu futuro. Se isso foi bom ou ruim até hoje não sei dizer, mas virei publicitária, profissão que nem estava entre as alternativas do vestibular mas que foi a que de, alguma forma, me trouxe até aqui.

Sou essa pessoa muito constante, meu nome é Roberta. Muito prazer.

Entre todas as dúvidas da vida, apenas 2 certezas nunca deixei de ter dentro de mim: queria ser Mãe. E queria viver a experiência de viver fora da minha “casa”.

E por essas duas certezas que devo estar aqui hoje participando como colaboradora do “Mães em Rede”.  Sou mãe do Rodrigo (Guigo para íntimos e não-intimos), grávida da Marina, vivendo em Lima, Perú há 3 anos.

Viver fora do lugar de origem, longe da “zona segura”, da  família e amigos pode ser duro. Parir longe disso,  criar os filhos e fazer uma nova vida em outro país pode ser mais duro ainda. Mas confesso para vocês, mesmo longe dessa “segurança” e tão perto da saudade, aprendi nesses anos que estou aqui a aproveitar tudo o que essa experiência pode me trazer de positivo e sou muito, muito feliz aqui.

Grávida de Marina, 35 semanas, decidi ter essa segunda experiência de parto aqui também, contrariando muitos da família que naturalmente preferiam estar perto nesse momento. Por isso, teremos muito assunto pela frente.

Aceitar viver essa experiência, acreditar que poderíamos ser felizes e criar uma família num país menos evoluído, sem saber quando voltar e para onde voltar é também é assunto para um próximo post.  Para um post inicial, deixo apenas minha apresentação.

Espero poder colaborar de alguma forma aqui com as minhas experiências de Perú, de mãe, de mulher, de pessoa inconstante porém sempre em busca do equilíbrio (coitado do meu marido que já desistiu de esperar).  E que vocês consigam ler até a última palavra dos meus posts por aqui. Hasta pronto!

Guigo, meu peruanito

Guigo, meu peruanito

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